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ANATOMIA HUMANA - CORPO HUMANO

O estudo da anatomia tem evoluído muito com o apoio da tecnologia. Através da internet, possibilitamos conteúdo informativo referente a esta importante ciência. Leia mais...

 

 

MODELOS ANATÔMICOS

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Por que "Descompressão Vertebral" e não "Manipulação Vertebral"?

Preferimos usar a expressão "Descompressão Vertebral" porque a palavra "Manipulação" traz uma conotação de "Quiropraxia" ou Osteopatia" e não queremos que seja assim por 2 motivos:

a) Não somos "Quiropatas" ou "Osteopatas". A "Quiropraxia", por exemplo, é, antes de tudo, uma Filosofia assim como a "Alopatia", a "Homeopatia" ou, mais profundamente, a Medicina "Hipocrática e a Galênica". Praticar a Quiropraxia exige uma formação embasada nesta filosofia, num modo de ver a coluna vertebral diferente daquele da Espondiloterapia


b) As "Manipulações Vertebrais" já existiam antes do surgimento da "Quiropraxia ou Osteopatia". O Shiatsu, o Seitai e outras técnicas orientais já as usavam . Portanto as "Manipulações Vertebrais" são de "Domínio Universal". Sendo assim, sem querer adonar-se dessas "Manobras" e preferindo destacar seus efeitos, usamos a expressão "Descompressão Vertebral".


Por que usar as "Descompressões Vertebrais?



Ao desenvolvermos a Filosofia da "Espondiloterapia" percebemos que os problemas de coluna e, ou, seus comprometimentos tinham, ou tiveram, sua origem por ocasião de uma "alteração", para mais ou para menos, nos "Desvios do Eixo" da Coluna Vertebral (ADEC).

Esses "Desvios do Eixo da Coluna" são as curvaturas da coluna para frente (lordose lombar e cervical), para trás (cifose) e para os lados (escoliose).

Na "Espondiloterapia" esses desvios são tidos como "naturais", pois estão presentes em todas as pessoas, mesmo a escoliose.

Quanto à escoliose, como ela "carrega" um "estigma" patológico e, não obstante, está presente em todas as pessoas, caracterizando-se assim como uma curvatura natural, resolvemos adjetivá-la de "Escoliose Social" diferenciando-a das chamadas "Posturais" ou "Funcionais" e "Estruturais" que, para serem assim classificadas, devem aparecer nas radiografias ou serem "claramente" visíveis.

A "Escoliose Social" não aparece necessariamente em radiografias e tão pouco necessita ser "claramente" visível, mas é facilmente constatada pela "Avaliação Morfológica" que ensinamos em nossos cursos. Como os "problemas" relacionados à Coluna Vertebral e, ou, seus comprometimentos têm ou tiveram este vínculo com as alterações nas curvaturas "naturais" as manobras de "Descompressão Vertebral" visam restabelecer o "Natural" de cada um quanto a essas curvaturas.



Como atuam as "Manobras de Descompressão Vertebral"?



A "Descompressão Vertebral" atua ao nível das facetas articulares das vértebras (superiores e inferiores), corpo vertebral (rotações) ou de disco (tração).

Visa liberar ou "folgar" o ramo sensor da raiz posterior que inerva a faceta. Consegue isso aumentando o limite fisiológico da articulação facetaria.

Esta "liberação" desfaz as contrações da musculatura multífida e para vertebral favorecendo a reidratação dos discos intervertebrais.

Esse efeito associado com a tração igualmente colabora na redução de hérnias discais – discos protrusos ou extrusos (incluir o repouso adequado ensinado no curso).

O Sistema Nervoso Autônomo Simpático igualmente se beneficia (1ª Torácica a 2ª ou 3ª Lombar) e a circulação das artérias vertebrais melhora substancialmente.

Sintomas como: dores de cabeça, tonturas, dificuldades de concentração, dores no trapézio, tendinites no ombro, ou cotovelo pulso, (LER, DORT, Síndrome do Túnel do Carpo), tremores na vista, aumento da salivação, dificuldades para engolir, dificuldades para respiração profunda, arritmias, azia, hérnia de hiato, gastrite, úlceras, cólicas menstruais, dores dorsais, dores lombares, dores ciáticas (hérnia discal), câimbras, esporão do calcâneo, etc., tendo origem na coluna vertebral, são eliminados ou tendem a desaparecer.


Obs. Para que os benefícios da "Descompressão Vertebral" perdurem é necessário que o "agente" causador das mudanças, para mais ou para menos, nas curvaturas naturais da coluna seja identificado e combatido.

A identificação desse "agente" torna-se possível com a aplicação do protocolo de avaliação da "Espondiloterapia" que procura relacionar os sinais e sintomas neurocirculatórios e as alterações nos "Desvios do Eixo" da Coluna Vertebral (ADEC) (veja Espondiloterapia). 


 Prof. Rubens Balestro DIFEP POA/RS nº 1.956 / CREFITO nº 174.609-F